terça-feira, 6 de julho de 2010

Um dia perfeito!

Hoje, especialmente hoje, eu decidi que meu dia seria bom.
Decidi que, só hoje, seria a pessoa mais feliz do mundo.
Assim que abri os olhos, pensando que não tinha motivos pra levantar, lembrei que não podia desperdiçar mais um dia da minha vida, e que, pelo menos hoje, meu dia seria perfeito.
E assim foi: estava bem mais otimista.
Mesmo atrasada, consegui enxergar que um dia maravilhoso estava por vir.
Dei sorte logo de cara: o ônibus chegou no ponto junto comigo e o último lugar vazio me esperava.
Comecei ouvindo musicas deliciosas e lendo um livrinho leve no caminho para o Centro.
Desci um ponto antes, mesmo atrasada, para curtir mais o caminho e o dia que realmente estava lindo.
Olhava as coisas com outros olhos, com vontade de estar naquele lugar e naquela hora.
Era para eu estar ali!
A sincronia das situações foi perfeita.
Ao longo do dia as coisas foram funcionando, e encontrei pessoas muito queridas.
Os problemas não podiam ser maiores que aquela sensação boa que estava sentindo.
Resolvi cuidar de mim, levantar meu ego e me sentir mais bonita.
Como isso me fez bem!
Aproveitei o dia para pensar mais nas minhas coisas, e no que eu quero pra minha vida.
O finzinho do meu dia foi muito especial, também.
Pude ouvir e dar carinho para o meu amor, que anda precisando muito de mim.
Eu também preciso muito dele, e foi muito bom poder mostrar pra ele como é importante e especial na minha vida!

Coincidentemente, hoje faz um ano que operei.
É a sensação que tive, foi de vida nova.
Como se hoje, fosse meu aniversário!
E não deixa de ser, pois há um ano ganhei uma nova vida.
Virei uma nova pessoa: meu corpo mudou, meus hormônios enlouqueceram, passei a ver as coisas de um jeito diferente, fiquei mais sensível, mais realista e, ao mesmo tempo, voltei a sonhar.

Hoje foi mais que um dia perfeito, foi uma celebração da vida. Da minha nova vida.
Estou começando a gostar dela e a colher os bons frutos do que me aconteceu.
Sim, meu dia maravilhoso foi doce.
E espero sentir esse gostinho doce mais vezes.
Até porque, um docinho nunca faz mal!

. . .

Girl, put your records on,
tell me your favorite song.
You go ahead, let your hair down.
Sapphire and faded jeans,
I hope you get your dreams.
Just go ahead, let your hair down.
You're gonna find yourself some where, some how.
. . .

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Erros construtivos, ou não.

É incrível a capacidade das pessoas de errar.
Todos estamos suscetíveis ao erro o tempo todo, não tem jeito, somos humanos.
Sempre conseguimos errar, até quando queremos acertar.
Erros fazem parte da vida.
O que seria dos acertos se não existíssem os erros?

O engraçado, é que sempre estão associados à coisas negativas.
Mas acredito que não precisa ser assim, dependendo do erro.
Se conseguirmos aprender alguma coisa construtiva com um erro, ele não foi apenas um erro, mas uma chance de fazer certo da próxima vez.
Meus erros são constantes, e ando errando mais que o normal.
Mas erro tentando encontar alguma coisa, entender outras e, finalmente, descobrir o caminho certo.
Assim que deve ser. Aí não tem erro que nos supere!

Os piores erros são aqueles em que alguém sai magoado.
Quando fazemos isso, colocamos à prova a confiança que essa pessoa tem na gente e nessa relação.
Esses, a princípio, são imperdoáveis, mas são consertáveis.
Para eles, não adianta pedir desculpas.
Claro que não tem como não pedir desculpas quando erramos e queremos consertar, mas elas somente serão válidadas com gestos sinceros de arrependimento e provas de que não o fará novamente.
Às vezes, a vontade é de dar um "Ctrl + Z" numa situação e corrigir tudo que fizemos de errado, pena que não tem como fazer isso.
Seria tão bom!
O problema é que lidar com pessoas é muito complicado.
Nunca sabemos quando estamos acertando ou errando. Não temos bola de cristal para saber o que agrada os outros o tempo todo.
Temos que usar o nosso bom censo, um padrão de educação já estabelecido na sociedade, cruzar os dedos e rezar para a pessoa estar de bom humor.
Aliás, seria ótimo se todas as pessoas adotassem o bom humor para a vida.
Com bom humor, tudo flui!
Mas isso é outro assunto.

O bom disso tudo é que, junto com os erros, está o perdão.
Podemos nos perdoar e sermos perdoados pelos nossos erros.
Mas sempre devemos tentar errar pouco, aprender com eles e tomar muito cuidado com os sentimentos alheios.

=)

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Keep Walking...

Uma nova fase, pede tudo novo.
Por isso, resolvi fazer esse blog. Só que não deletei o antigo.
Hoje, estava num momento muito nostálgico, e resolvi dar uma lida nele. Só pra lembrar como era minha cabecinha e o que acontecia na minha vida há uns anos.
Foi então, que me deparei com essa postagem do dia 26.12.2008:

por.um.mundo.sem.rótulos

"As pessoas perdem muito tempo rotulando as coisas, as situações, os relacionamentos e as outras pessoas.
Acredito que rótulos são para os fracos de cabeça e atitude.
Sempre vivi a minha vida sem rótulos, sempre fui feliz dessa forma.
Rótulos atrapalham, estragam situações, afastam pessoas, promovem o preconceito e a discórdia.

As pessoas deveriam parar de perder tempo com os rótulos, e começar a viver mais. Porque ficamos muito pouco nessa carcaça e não podemos nos dar ao luxo de perder tempo.

Onde há rótulos, dificilmente há verdade e amor. Pois quando o sentimento é verdadeiro e puro, não conseguimos mensurar e verbalizar; apenas sentimos e ficamos mais completos.
O Amor é auto-explicativo. Quando se ama, simplesmente se ama. Não há necessidade de explicar os motivos, as causas e mensurar esse sentimento.
O Amor, é o Amor e ponto final.
Da mesma forma que não há necessidade de sair gritando o Amor, pois esse deve ser sussurrado e guardado, nunca banalizado. Acho muito fácil gritar aos sete ventos que se ama alguém, e nunca demosntrar. Gritos não demosntram nada concreto.
Uma vez o meu avô me disse uma coisa que eu nunca esqueci: "O amor é calmo, sereno. Quando se ama de verdade e é recíproco, se fala baixinho pois os corações estão próximos. Só gritamos quando estamos distantes."

. . . . . Queria tanto superar esse meu medo de amar, de gostar, de expressar emoções e de me relacionar. Sinceramente, eu queria poder confiar mais nas pessoas e me abrir mais, sabe?
Pular sem ter medo de cair, como eu fazia. Mas agora tá difícil chegar no pé da montanha. Escalar para poder pular me parece impossível!
Mas é algo que eu estou tentando superar em prol da minha evolução.
Queria entender como eu me tornei uma pessoa tão fria e seca.
Acredito que só vou superar o meu medo quando eu descobrir isso...
E aí, eu vou levando e tentando..."


Fiquei muito feliz depois que li isso: consegui superar meus medos! E hoje, sinto que estou muito mais segura para tudo, até para errar.
Outra coisa legal: quebrei aquela casca que tinha e não sou mais aquela pessoa fria e seca!

Desde o ano passado, passei por muitas mudanças, muitos perrengues; muito difícil.
Mas foi graças a esse ano, que passei a ver a vida e as coisas de um jeito tão diferente.
É o que eu falo: existem perrengues necessários, mas precisamos selecionar e discerni-los dos inúteis.

Sei que outras mudanças estão chegando correndo nesse semestre e no ano que vem, mas acredito que, se não tivesse passado por tudo que passei, não as levaria da mesma forma. Estou mais otimista em relação às pedras que tropecei.
Tento lembrar delas com muito humor e orgulho.
"Há males que vem para o bem."
Sei que 'o bem' está pertinho de mim.

(Ai bem! rsrrsss Não resisti!)

É isso!
Queria aproveitar para agradecer muito às pessoas que me ajudaram a levantar cada vez que tropeçava.
Amo vocês!

=)

sábado, 5 de junho de 2010

"Segredos escrachados" de felicidade!

Estou muito feliz hoje: estou fazendo um ano de namoro com a pessoa que sempre sonhei.
Incrível como o tempo passou rápido, um ano voou!
Parece que foi ontem que, com cara de crianças travessas, começamos a namorar. E que sensação gostosa, foi receber aquela mensagem de texto dizendo: "Te amo, viu? Bom churrasco, minha namorada! :D Gostei disso! aeuhuaeauha"
Fiquei toda serelepe!

=)

Nesse ano superamos muita coisa, principalmente a distância. E como ela é difícil! Mas já estamos nos acertando para diminuí-la. Se Deus quiser, tudo vai dar certo!
Aliás, essa distância é só um pequeno inconveniente geográfico que vamos tirar de letra. pois nosso sentimento é muito maior e muito mais forte que o asfalto que nos separa!

O mais legal nesse 1º ano, foi ver como a gente dá certo junto.
Claro que às vezes rolam uma briguinhas, mas o jeito que resolvemos e relevamos é o que faz nosso relacionamento bonito.
Mas quase não brigamos, também.
É muito bom ter um namorado prestativo e um amigão do meu lado.
Com ele posso conversar, rir, brincar, chorar, desabafar... Posso ser honesta comigo mesma, e isso é essencial.
Gosto muito do jeito que me aceita e respeita do jeitinho que eu sou, mas gosto mais ainda dele tentando colocar meus pés no chão.
Ele me deu sobriedade e segurança.
Com ele do meu lado, não tenho medo de cair, pois sei que ele me segura!

Ele é romântico!
Sempre tem uma tiradinha sentimental e um sorriso bobo no canto da boca.
Me derreto toda com essas coisinhas.
Faz tudo ser perfeito, nossos momentos são os melhores.
Durmo com ele me fazendo cafuné e acordo com ele me olhando com cara de apaixonado.
Ouço declarações lindas todo dia. Mesmo!
Como sou feliz e amada!

Ele me completa como nenhuma outra pessoa no mundo. Chega a ser engraçado!
Já cansou de completar frases e, pode estar escuro, ele vem e fala: "nem adianta fazer essa carinha!"
Prevê minhas atitudes e opiniões como uma cigana velha!
Muito engraçado o jeito que ele me conhece.
Sabe até o que posso e o que não posso comer!
Cuida de mim tão bem. Acho que anda querendo barrar a minha mãe!


Pode parecer que tudo isso é demagogia, por isso também vou falar que, apesar de entender, não gosto muito do ciume, dele.
E como é ciumento, meu Deus!
Mas, mesmo sendo um poço de ciume, me dá liberdade porque sabe que não vivo sem ela.

Com ele tudo é mais colorido!
Vejo as coisas com outros olhos e por outro ângulo!
E meus pensamentos? Esses são muito mais doces! Ai ai! estou amando!
Ele adoça meus dias e tempera a minha vida!

Hoje me sinto uma vitoriosa por abrir mão do meu orgulho.
Por ele abri mão e passei por muita coisa.
Mas não me arrependo: mereceu o esforço!
Estar feliz ao lado dele, me mostrou uma coisa muito importante: lutar pelo que queremos e por quem nós amamos, vale a pena!
E como vale!
Isso deveria ser lei para todas as pessoas, pois faz um bem.
Vi que orgulho e mágoa não levam a nada, só ao recalque!

Estou feliz demais, hoje!
E ele, é um dos meus "Segredos escrachados" de felicidade!
Porque é um "Segredo escrachado"?
Porque isso não é segredo pra ninguém, mas vale como uma dica!

Ele acordou!
Vou dar um beijinho de bom dia nele e começar o nosso dia babando no sorrisinho bobo do meu eterno namorado!

. . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Nan,
Te amo demais, cada dia mais!

0=)

terça-feira, 1 de junho de 2010

Insônia Amiga

Sempre tive insônia.
Minha mãe sempre fala de como era difícil me fazer dormir quando era um bebê. E, como se não bastasse, eu ainda pedia angú com feijão às duas da manhã.
É, minha mãe vai pro céu!
Isso não mudou muito: sempre faço boquinhas pesadas de madrugada. Um exemplo disso é que são quatro e meia da manhã e acabei de bater um prato de miojo com feijão.
Realmente tenho hábitos noturnos. Funciono melhor à noite: estudo, escrevo, penso, arrumo armário, tenho idéias, etc. É a noite que essas coisas ficam bem feitas.
Desde adolescente, meu avô me dá sermões da importância do sono noturno e seus benefícios para a saúde. Eu entendo, mas não tem jeito: fico uma semana dormindo cedo e minhas coisas realmente mudam, pra pior.
Sou assim. E a insônia sempre foi minha amiga, nunca me atrapalhou ou incomodou.

Até que hoje nós brigamos.


Quando estou bem com as coisas ao meu redor, a insônia não passa de uma atividade produtiva; mas quando estou mal, é um martírio.
Tudo que queria fazer era dormir para esquecer umas coisas que estão me incomodando, mas não consigo.
Já andei a casa toda, já comi, já vi um filme*, já sentei, e o pior, não consigo fazer mais nada a não ser remoer essas coisas ruins.
Estou escrevendo até para ver se eu consigo desabafar um pouco.
Sinceramente, hoje a insônia é minha maior inimiga.
E eu estou cansada. Ontem não dormi, estou virada, morrendo de sono, com dor de cabeça, toda lascada. Preciso dormir. Mas não vai dar.
Pois é, acho que a insônia só vai voltar a ser minha amiga, quando eu resolver meus problemas.
Poderia dizer que a insônia é uma amiga diferente: pois ela sempre vem. Mas quando estou bem, ela me ajuda, mas quando não estou 'lá essas coisas', ela me atrapalha.
Mas na verdade, estou errada: ela não atrapalha, pois estou aproveitando para pensar na minha vida. E isso é bom, muito bom.

Nunca é muito tarde para uma boa noite de insônia, assim organizamos os pensamentos e esvaziamos a mente, um pouco.

Nessa minha relação de amizade com a insônia, a única que sai prejudicada é a minha carcaça.
Amanhã estarei exausta. Quero nem ver.
Mas vale a pena. Preciso fazer uma faxina mental hoje.
Bem, já que é assim, acho que está na hora de eu pedir desculpas e fazer às pazes com a insônia.

E olha, que delícia! Meu sono está chegando.
Boa noite!

=)

*"A partilha". Muito bom por sinal, recomendo. Adoro o cinema nacional.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Sonhos Secundários

Quando era mais nova, ouvia muito meu pai dizendo que nós tínhamos que ter uma meta, focar nela e as nossas prioridades deveriam estar nesse mesmo foco.
Minha mãe não era avessa ao meu pai e dizia que tínhamos que lutar pelos nossos sonhos.
Eles me deram bons exemplos de que isso funciona, tanto que eles conseguiram o que eles queriam fazendo isso.
Cresci nessa lógica. Sonhava, acreditava e dizia: "vai dar certo"
Foi então que comecei a descobrir uma coisa que eles não me falaram: nossas metas e nossos sonhos vão mudando com as situações. É como se elas tivessem o poder de colocar os nossos pés no chão e cortar nossas asas. Conforme vamos crescendo acreditamos menos em algumas coisas e em alguns sonhos, e isso chega a ser engraçado!
A ironia da vida é engraçada.
Porque quando somos crianças, acreditamos que "lutar pelos sonhos" é fácil. Como se fosse só acreditar, que tudo aconteceria.
Aí o tempo vai passando, crescemos, e a vida dá um 'tapa com luva de pelica' na nossa cara e fala: "Acorda! Pára de sonhar e vai atrás de um trabalho. Vai estudar e tenha pelo menos um diploma de Ensino Superior."
Não dá para viver de sonhos em uma sociedade capitalista. Sonhos e amor não põem a mesa!
Durante esse choque de realidade, nos desprendemos dos nossos sonhos e acabamos fazendo o que é conveniente.
É nessa hora que criamos "Sonhos Secundários". Esses são necessários e garantem nossa possível sobrevivência nessa sociedade.
Então o tempo vai passando, estamos quase alcançando nossos "Sonhos Secundários", quando olhamos pra trás e sentimos um gosto amargo.
Esse gosto amargo é uma sensação de fracasso que não tem como controlar.
Ver que você nem tentou é tão frustrante!
O ressentimento faz você sentir que é um fraco, um lixo.
Ao mesmo tempo, você começa a achar que é um ingrato por se lamentar disso.
Mas não tem muito o que fazer agora, né?
Não, tem sim!
Olha como a vida dá voltas: agora que já fizemos o que convém à sociedade, podemos nos permitir sonhar. Já temos um chão, podemos voar, porque, se cairmos, temos um chão para segurar.
Com chão, podemos abrir nossas asas, sem medo, correr e levantar vôo.
Espero conseguir voar, quando tiver o meu chão.
Quem consegue sonhar perto de tantas pessoas pessimistas é forte!
Quem consegue realizar esses sonhos é um herói!
Vamos ser heróis das nossas vidas e devolver o 'tapa de pelica'!
Viu como a ironia da vida é engraçada?

domingo, 30 de maio de 2010

Ah! O meu tempo! Era tão bom...

Hoje estava passeando pelo Orkut, quando dei de cara com uma comunidade muito nostálgica.
Eu já estava em uma muito parecida, mas não quis nem saber.
Entrei nela!
ahuahauaha
Aí comecei a escrever como era a minha infância.
Fiquei com um sentimento tão gostoso, que resolvi postar, para sempre me lembrar disso.
Então lá vai:

> Eu era do tempo em que
não era vergonha ser criança;
>Em que ir dormir na casa das amigas era o máximo, o auge. E que as tias (mães das amigas!) sempre mandavam a gente apagar a luz para dormir, aí a gente ficava cochichando até dormir;
>Em que a gente brincava de boneca até os 14 anos numa boa;
>Em que a gente queria ter peitos, e colocávamos meias por dentro da blusa;
>Em que quando tínhamos que usar sutiã, morríamos de vergonha;
>Em que ter namoradinho ou gostar de alguém era uma vergonha;
>Em que a mãe contava quando a gente menstruava, e todas as tias apertavam a nossa bochecha, e a gente tinha vontade de matar a mãe;
>Em que os telefones tinham 6 dígitos;
>Em que todas queríamos ser a Xuxa, a Mili, a Pata, a Angélica, o Power Ranger Rosa, a Mônica, uma das princesas da Disney;
>Em que brincávamos de escolinha, teatrinho, comidinha, vários piques;
>Em que antes de uma brincadeira a gente falava: "finge que eu sou..." e que o faz de conta era o máximo;
>Em que passar as férias na casa da vó era a coisa mais gostosa: juntavam os primos, a gente subia em árvores,comia jabuticaba no pé, acordava cedinho para brincar, de tarde tinha bolo e todas as brincadeiras eram deliciosas, e a tv... Tv?? Que tv? A gente tinha mil coisas para fazer do lado de fora. Tv era só quando chovia!;
>Em que tudo era mais fácil;
>Em que era o máximo saber as coreografias de todas as músicas;
>Em que esperávamos o menino certo para dar o primeiro beijo;
>Em que esperávamos anciosos a sexta feira: era o dia de brincar!;
>Em que gritávamos da janela do carro na copa: "Ei! vc aí! Torcemos pro Romário, pro Bebeto e pro Raí!";
>Em que andávamos a cidade inteira no dia de São Cosme e Damião com uma mochilinha, e depois contávamos e víamos quem tinha pegado mais!;
>Em que tinha o pirulito do zorro, o biscoito Franklin e a balinha de frumelo;
>Em que assistíamos o desfile das escolas de samba na Manchete;
>Em que falar de sexo, era um tabuzão;
>Em que a gente dançava É o Tchan! e queríamos dançar igual à Carla Perez (hahahhaa);
>Em que a gente pulava corda, elástico, carniça e pogobol;
>Em que a gente queria todos os brinquedos da Estrela e da Grow;
>Em que os meninos brincavam de Barbie com a gente e nós brincávamos de carrinho com eles;
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Nossa, tem muito mais coisas!
Não tem como escrever tudo... =)

Minha infância foi perfeita!!!
E minha geração, foi a última a ter uma infância decente.
Éramos tão inocentes, o mundo era colorido, divertido e bonito.
Nem preciso falar de como é a infância hoje em dia... Uma vergonha!
Parece papo de velha, mas é verdade!

Nostalgia deliciosa de um tempo que, infelizmente, não volta mais...

. . .

Beijinhos para todos!